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Volto à efeméride de ontem à
noite na Galeria de Arte Paulo Campos Guimarães, da Biblioteca Pública
Estadual Luiz de Bessa, em Belo Horizonte: o lançamento do 18º livro de Carlos Lúcio Gontijo, o seu "Tempo Impresso" (388 páginas, Ed. CLG).
Ontem mesmo postei fotos no facebook ganhando o autógrafo do autor e outras. Ao
final do evento, com muita gente ainda lá, o Carlos Lúcio, em pé no
salão da Galeria, proferiu brevíssimo discurso, com o bom gosto e
sinceridade que o caracterizam.
Amabilíssimo, logo comunicou que
iria sortear uma garrafa da célebre cachaça Maria Andante - um luxo, com
poema do Carlos no invólucro, como se vê nas fotos -, além de dois
quadros. Falei para a Luíza Mansur, minha acompanhante: "Sorteio de cachaça nunca perdi, é minha, essa ninguém me tira"
O Carlos Lúcio às cegas botou a mão na sacola que a sua esposa Nina lhe
estendeu, e puxou um dos papeizinhos. Leu e anunciou: Antônio Salazar
Fagundes.
Fui lá receber o prêmio, com toda a pompa, e falei a
todos que tinha cantado a pedra antes. Uma festa. Outro dia vai foto da
entrega do troféu ao beberante, obra do fotógrafo profissional que
cobriu o evento.
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