João da Noite, o nosso correspondente para o Carnaval, sumiu do mapa. A última vez que foi visto estava no colo de uma enorme mulata, na calçada da Rua João Alfredo, a meia-noite, chapéu de malandro, camiseta azul e branco listrada em horizontal, com uma garrafa de Amansa Corno na mão, fantasiado de mandioca. A fantasia era simples: pendurou uma bruta mandioca na frente, entre as pernas, presa pela cintura. Então, devido a irresponsabilidade do boêmio-repórter, estamos com poucas informações dos desdobramentos do Carnaval de rua da Sofia Veloso.
Sim, não pudemos comparecer, entretidos que estávamos em dar um sustinho nos mercenários de Mr. F. Febraban, que ousaram, novamente, aproximar-se a menos de 10 Km da palafita. Neste momento Carlito Dulcemano Yanés já está em São Paulo, encarregado que foi de devolver a gentileza ao Febrabo. Entre os cinco que o acompanharam seguiu o haitiano Aristide, ansioso por mostrar agradecimento pela nossa hospitalidade.
Ontem choveu em Porto Alegre, o que só aumentou a farra na Cidade Baixa. Recebemos e-mail da Srta. Leila Ferro, com as obras do dia, que acabou de colher junto aos sobreviventes da festa. Ela também enviou algumas fotinhos que bateu (ao lado Rafael Dulcemano Yanés e Frida Von Allerborn, que deram uma passadinha por lá representando a palafita), mas só dos malucos da João Alfredo, o filme acabou quando chegaram na Sofia Veloso, nesta só deu para tirar uma, abaixo, da esquina da Rua da Olaria, de longe, o fedor estava lá dentro, ao fundo da foto.
Pedimos aos nossos milhões de leitores que nos enviem fotos da festa maior, na Sofia. Dizem que a Banda de Ipanema botou 40 mil na rua, ontem, no Rio. Fichinha, perto da Sofia.
Leiloca conta que saiu de joaninha, biquini vermelho com bolinhas pretas, com uma capinha de mesmas cores sobre as costas, tiara com anteninhas. Disse: "Tio Salito, recebi 59 pedidos em casamento, e incontáveis propostas impublicáveis". Entendo, ninguém notou as anteninhas.
Pedimos aos nossos milhões de leitores que nos enviem fotos da festa maior, na Sofia. Dizem que a Banda de Ipanema botou 40 mil na rua, ontem, no Rio. Fichinha, perto da Sofia.
Leiloca conta que saiu de joaninha, biquini vermelho com bolinhas pretas, com uma capinha de mesmas cores sobre as costas, tiara com anteninhas. Disse: "Tio Salito, recebi 59 pedidos em casamento, e incontáveis propostas impublicáveis". Entendo, ninguém notou as anteninhas.
Os doidos do Botequim do Terguino, alguns de noite atravessada, escolheram a charge do genial Waldez, do Amazônia Jornal (Belém, PA). Ei, Waldez, saudades de Belém no carnaval, da chuvinha das 4 da tarde e dos fogos que inundam a cidade ao amanhecer, cenas e sentimentos inesquecíveis. Aqui, como todo o Brasil, também estamos torcendo pelo Wando.
No Beco do Oitavo apareceram poucos boêmios, uns 15, segundo Leiloca. Conta que encontrou Mr. Hyde, hoje instalado no Beco em mesa lá fora, bebendo trigo-velho com cerveja, com um humor de cão, pois durante a festança na chuva, enquanto ele girava de braços aos céus cantando "... e a gente no meio da rua, do mundo, no meio da chuva, a girar, que maravilha!", um gaiato puxou a ponta das bandagens da sua fantasia de múmia, e foi desenrolando... em pouco estava de cueca samba-canção, de bolinhas azuis, no meio da rua.
E a turma não deu refresco, vindo de Aroeira, de O Dia (Rio de Janeiro, RJ).
A Leiloca veio de Mário Alberto, do Lancenet! Eta menina eclética, traquinagem não perde uma.